Nossa CEO, Fernanda Luchi, teve o privilégio de acompanhar de perto o Encontro de Ideias promovido pela ADVB-SC em Blumenau, um evento marcado por aprendizados valiosos e uma imersão estratégica no universo da Fórmula 1, conduzida por ninguém menos que Francisco Mattos, Diretor Executivo da F1 no Brasil e do Grande Prêmio de São Paulo.
Mais do que uma palestra, foi uma aula de reinvenção de marca. Desde que a Liberty Media assumiu o comando da Fórmula 1, em 2017, o esporte deixou de ser apenas uma corrida de carros para se transformar em uma poderosa plataforma de entretenimento. Francisco compartilhou, com profundidade e clareza, como esse movimento reposicionou a marca F1 no cenário global.
Um dos pilares dessa transformação foi o investimento em conteúdo relevante. A série Drive to Survive, da Netflix, humanizou pilotos e equipes, revelando bastidores, emoções e narrativas que cativaram uma audiência mais jovem. Entre 2019 e 2021, a idade média dos espectadores caiu sete anos. No Brasil, o impacto foi ainda mais expressivo: a participação feminina no GP de São Paulo saltou de 20% para 40%.
Inovação no formato para engajar novas gerações
Outro exemplo de adaptação ao novo perfil de consumo foi a criação das sprint races, corridas mais curtas aos sábados, pensadas para um público que valoriza experiências rápidas e dinâmicas. O resultado? Um aumento de 80% na retenção de audiência entre pessoas com menos de 35 anos.
Francisco também trouxe números impressionantes sobre o impacto econômico do evento: o GP de São Paulo movimenta mais de R$ 1 bilhão por edição, com recordes de ocupação na rede hoteleira e impulsionando setores como turismo, gastronomia e serviços. Tudo isso graças a uma operação logística complexa, que envolve o transporte de até 1.200 toneladas de equipamentos, via aérea e marítima, em uma verdadeira coreografia de precisão.
Ao final da palestra, uma mensagem ficou evidente: o segredo da Fórmula 1 está em colocar o fã no centro. Inovar sem perder a essência. Evoluir sem abrir mão da história.
Para Fernanda, a experiência foi uma inspiração sobre como marcas, sejam esportivas ou corporativas, podem e devem se adaptar, criando vínculos reais com seu público e transformando cada ponto de contato em uma experiência memorável.
Na Codde, acreditamos que o futuro da comunicação está exatamente aí: no equilíbrio entre estratégia, emoção e relevância. E que grandes marcas são aquelas que se reinventam com coragem e propósito.